Luísa Abreu
bio

Luísa Abreu (1988, Amarante) vive e trabalha no Porto. Integra o colectivo Rua do Sol com quem gere o espaço independente Galeria do Sol.
É co-fundadora do Núcleo de Investigação PARALAXE, um projecto de criação e investigação em arte, estando a decorrer a primeira edição no IGUP (V. N. Gaia) com apoio da dgArtes.

Integra o recente número #4 da Revista Dose.

Expõe regularmente o seu trabalho desde 2009. Em 2020 apresenta as exposições individuais, A Corrida, na Galeria Sala 117 (Porto) e Unlucky Hand, na Extéril (Porto). Participou nas residências artísticas Apneia, Maus Hábitos/ Cooperativa Árvore (Porto); Av. Espaço Montepio, antigo banco Montepio (Porto) e Residência Cruzada, Maus Hábitos/ Les Artistes en Résidence (Clermont-Ferrand). Em 2016 foi seleccionada para o Jovens Criadores do CPAI. Licenciada em 2011 pela FBAUP em Artes Plásticas Multimédia, terminou o último ano ao abrigo do programa Erasmus na HfBKD em Dresden, Alemanha, tendo concluído o Mestrado em Artes Plásticas pela ESAD CR. É representada pela Galeria sala117.

www.cargocollective/luisaabreu

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A sorte pertence aos resistentes.
Domesticar o acaso até que o azar nos sirva.

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A sorte pertence aos resistentes.
Domesticar o acaso até que o azar nos sirva.

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A sorte pertence aos resistentes.
Domesticar o acaso até que o azar nos sirva.

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A sorte pertence aos resistentes.
Domesticar o acaso até que o azar nos sirva.

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A sorte pertence aos resistentes.
Domesticar o acaso até que o azar nos sirva.

páginas 34-39 do catálogo A Corrida (sala117, Porto, 2020), com excerto do texto play play play de Catarina Real e design de Joana Paulino e Luísa Abreu.

A sorte pertence aos resistentes.
Domesticar o acaso até que o azar nos sirva.

Participação da artista no canal Horizonte da plataforma – Buraco negro.
www.buraconegro.ar-s.org