Judite Canha Fernandes

bio
Nasceu no Funchal em 1971 e foi viver para Ponta Delgada, onde cresceu, em 1980. É doutorada em Ciência da Informação, licenciada em Ciências do Meio Aquático, pós-graduada em Biblioteca e Arquivo e procura agora iniciar um pós-doutoramento em Estudos Literários. É escritora, performer, curinga [teatro do oprimido], feminista, bibliotecária, dramaturga, mãe, investigadora, sem nenhuma ordem em especial. Gosta de coisas muito diferentes e é algo avessa à ordem, como se intui. Publicou, em Portugal, no Brasil e em Itália, poesia, ficção e teatro. Semi finalista no prémio Oceanos 2018, com o livro de poesia “o mais difícil do capitalismo é encontrar o sítio onde pôr as bombas”, foi menção honrosa no Prémio Literário Ferreira de Castro em 2018 com o conto “A que horas bate?” e venceu o Prémio Agustina Bessa Luís 2018 com o seu romance de estreia “Um passo para sul”.

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