Lúcia Pires
bio

Bragança, 1988. Licenciou-se em Cinema – Realização e Montagem (2014) na ESTC, Lisboa. Profissionalmente, o seu percurso passa por Cinema e Teatro, como realizadora argumentista, montadora, produtora e atriz.

Como criadora em Cinema, escreveu, realizou, montou as curtas-metragens PEIXES, 12′ (fic, 2012); BILHÓ EM NOITE FELIZ, 27′ (doc, 2014), exibição no Panorama 2015 – Mostra de documentário português; FAUNA, 15′ (fic, 2018) exibição e menção honrosa no Festival IndieLisboa ’18; A RAINHA, 17′ (fic/doc, 2020) exibição na Competição Nacional do IndieLisboa ’20, na secção Outros Olhares do Caminhos do Cinema Português ’20, selecção oficial do Leiria Film Festival ’21 e semi-finalista no Boden International Film Festival, ainda a fazer o seu percurso em festivais. Em Teatro, escreveu a peça de teatro CAÍDAS DO TETO, a partir d’O Ano da Morte de Ricardo Reis, de José Saramago e a peça de teatro A MANCHA, integrada na 4ª edição do Laboratório de Escrita para Teatro do D. Maria II. Trabalhou como montadora na RosaFilmes, com o realizador Joaquim Sapinho; como produtora da série documental PARAÍSO (Maria & Mayer), realização de Graça Castanheira, com exibição na RTP. Em cinema, montou as curtas PRIMÁRIA, A MINHA IDADE, O PÂNICO e O TURNO DA NOITE, de Hugo Pedro; OS INÚTEIS, de Rui Esperança. Foi também atriz na curta-metragem de Ana Mariz, MATILDE OLHA PARA TRÁS.

Em teatro, trabalhou com Maria Duarte como produtora em GERTRUDE – O GRITO e como atriz notrabalho de teatro DEMOC.